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Baixa estatura: quando é hora de investigar

“Ele é o menor da sala” é uma frase comum — mas não é um diagnóstico. O que decide se é esperado ou não é a combinação de curva de crescimento, história familiar e sinais clínicos.

CRM: 17373 • EndocrinoPed - RQE Nº: 13897 @drathais.endocrinopediatra
Dra. Thaïs Heim - Endocrinologista Pediátrica

Nota rápida: esta página é informativa e serve para orientar sinais, perguntas e caminhos de avaliação. Diagnóstico e tratamento dependem de consulta e exame clínico.

O que eu olho primeiro (antes de pedir exames)

A primeira ferramenta é simples e poderosa: curva de crescimento. Eu avalio se a criança mantém o próprio canal de crescimento ou se está “escorregando” ao longo dos anos.

Também considero altura dos pais, idade gestacional ao nascer, saúde geral, sono, alimentação e marcos da puberdade.

Sinais de alerta que merecem consulta

Exames: quando entram e por quê

Quando há indicação, eu peço exames para responder perguntas específicas: há anemia? sinais de inflamação? alterações de tireoide? problemas de absorção? hormônios relacionados ao crescimento?

Em alguns casos, exames de imagem e avaliação de idade óssea ajudam a entender o potencial de crescimento e o timing da puberdade.

Perguntas frequentes

Respostas rápidas para dúvidas que aparecem muito no consultório.

Ser baixo por genética é normal? +
Pode ser. Mas “genética” não é desculpa automática: eu confirmo isso olhando canal familiar, curva e sinais clínicos.
Hormônio do crescimento é comum? +
É uma possibilidade em casos selecionados. A decisão depende de critérios clínicos e exames — e deve ser feita com método.
A consulta online serve para crescimento? +
Serve para triagem, orientação e seguimento em muitos casos, desde que tenhamos medidas confiáveis e exames quando necessários.

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