“Ele é o menor da sala” é uma frase comum — mas não é um diagnóstico. O que decide se é esperado ou não é a combinação de curva de crescimento, história familiar e sinais clínicos.
Nota rápida: esta página é informativa e serve para orientar sinais, perguntas e caminhos de avaliação. Diagnóstico e tratamento dependem de consulta e exame clínico.
A primeira ferramenta é simples e poderosa: curva de crescimento. Eu avalio se a criança mantém o próprio canal de crescimento ou se está “escorregando” ao longo dos anos.
Também considero altura dos pais, idade gestacional ao nascer, saúde geral, sono, alimentação e marcos da puberdade.
Quando há indicação, eu peço exames para responder perguntas específicas: há anemia? sinais de inflamação? alterações de tireoide? problemas de absorção? hormônios relacionados ao crescimento?
Em alguns casos, exames de imagem e avaliação de idade óssea ajudam a entender o potencial de crescimento e o timing da puberdade.
Respostas rápidas para dúvidas que aparecem muito no consultório.